24/07/11

Como surgem os nomes das ruas?

Atrás de um nome de rua haverá sempre uma história?...

A 26 de Janeiro de 1913, avistou-se o primeiro avião a cruzar os céus da Amadora.  Por iniciativa da Liga dos Melhoramentos da Amadora, um aviador francês, Alexandre Théophile Sallés, tentou aterrar um avião BLÉRIOT XI, mas o avião teve um acidente na aterragem, perante a multidão ficando inoperacional.  Foi consertado na na oficina de espartilhos da Amadora Santos Mattos e ao fim de 8 dias estava pronto a levantar voo.

Quatro anos depois, a 18 de Março de 1917, novamente a liga dos Melhoramentos da Amadora, volta a organizar um festival aéreo, nos terrenos onde está actualmente a Academia Militar e desta vez aterram na Amadora o tenente António Caseiro e Sacadura Cabral.

O campo de futebol que serviu para aterraram os aviões, foi em 1919, por indicação de António Cardoso Lopes, para a instalação do Grupo de Esquadrilhas de Aviação da República. Foi a primeira unidade de aviação de Portugal.

Durante cerca de um quarto de século, partem da Amadora algumas das mais importantes viagens da aviação nacional. Por exemplo: a tentativa de ligação à ilha da Madeira por parte de Sarmento Beires e Brito Pais, em 1920 a bordo de um Breguet; a viagem a Macau com  Brito Pais, Sarmento Beires e o mecânico Manuel Gouveia,em 1924  noutro BREGUET; o voo a Goa, com Moreira Cardoso e Sarmento Pimentel, em 1930; o voo de Carlos Bleck e Humberto da Cruz à Guiné e Angola, em 1931 e a viagem de ida e volta do Dilly, a Timor, com Humberto da Cruz e António Lobato, em 1934.

Mas os aviões iam evoluindo e crescendo de tamanho.

Em 1938, o grupo de esquadrilhas  de aviação foi extinto, a dimensão dos novos aviões não se coadunava com a já exígua pista da amadora e deficiências da pista de terra batida. Os GEAR (Grupo de Esquadrilhas da Aviação da República) foram transferidos para Tancos.



Fontes: Homens e Aviões na História da Amadora, M. Lemos Peixoto, Ed. CMA
             História da Amadora de José Ruy, Editora Âncora




Ninguém estranhará então que na Amadora tenha encontrado os seguintes topónimos relativos à aviação:

Praceta Manuel Gouveia
Praceta Sacadura Cabral
Rua Gago Coutinho
Rua Moreira Cardoso
Rua Pais de Ramos
Rua Sargento Ajudante Manuel António
Rua Sarmento Beires

Fotografias: http://restosdecoleccao.blogspot.com/2010/06/raid-lisboa-macau.html

16/07/11

A pronúncia do Norte

A pronúncia de cada região condiciona a língua portuguesa, enriquece-a, distingue beirões de algarvios, açorianos de lisboetas, e uns dos outros, regiões de regiões, expressões, formas de dizer, sonoridades diferentes. A pronúncia faz parte da cultura do povo.
No Porto pede-se um cimbalino, um fino, em Lisboa, uma bica, uma imperial. No sul são 10 para as 3, no norte são 3 menos 10. São os aluquetes e as cruzetas por um lado, os cadeados e os cabides, por outro, as alcagoitas versus os amendoins, são os Vês pelos Bês (querido Rui Veloso :)) ). Onde os nortenhos ganham é em palavrões, que delícia, ver as mulheres a dizerem, como os homens, 9 palavrões em 10 palavras.

Por sua vez, também a literacia condiciona e muito a língua portuguesa.
Assim se diz, assim se escreve... faz o povo, independentemente das regras gramaticais. Por esse país fora, já todos encontrámos recados, cartazes, ementas, etc. que dão uns pontapés no português.
Alguns programas de televisão tem trazido a luz casos deveras engraçados, e questionados os transeuntes, é ver as certezas de alguns e as incertezas de outros confirmando o que está errado ou duvidando do que está certo.
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O caso insólito que aqui trago tem a ver com uma localidade que todos pronunciam de um modo e alguns escrevem mesmo desse modo, perdendo-se a correcta grafia no tempo. Inclusive a bandeira da Junta de Freguesia e a página da internet dessa Junta apresentam a grafia errada!! Ah, pois!

Questionado o presidente da Junta, a resposta pronta e segura foi:
- Ah, pois! Mas isso tanto faz.

E venha de lá o novo acordo ortográfico ;(

Blogs de toponímia

Por curiosidade, pesquisei a net à procura da palavra "toponímia", encontrei os seguintes blogs
alusivos ao assunto:

toponímia: gentes & lugares
toponímia galeco-portuguesa e brasileira

Quem tiver conhecimento de outros envie a informação. Obrigado.

15/07/11

Ruas com História - Alfredo Pereira

Hoje vamos falar de Alfredo Pereira, Engenheiro Agrónomo- Silvicultor, mas que teve acção preponderante nos CTT, embora o seu nome esteja “Toponomizado” em Penafiel, não pela sua acção enquanto “Postalista” mas sim, como Deputado, eleito pelo círculo eleitoral de Penafiel.

Alfredo Pereira, nasceu em Macau, em 08-10-1853 e faleceu em Lisboa, em 29-03-1925. Era filho de Guilhermina Pereira e de Manuel Pereira.
Muito novo veio para Lisboa, onde estudou.
Com vinte anos apenas terminou o curso no Instituto de Agronomia e Veterinária como Engenheiro Agrónomo-Silvicultor.
Ingressou nos CTT em 1875, na categoria de praticante, o lugar mais modesto da escala hierárquica dos CTT daquele tempo. Bastante estudioso, foi dele o projecto para a instalação dos Serviços dos Correios, que obteve logo aprovação do Dr. Guilhermino de Barros.

Alfredo Pereira foi promovido a Oficial de 2ª Classe a 06-02-1878. Desde 1879 que foi encarregado da elaboração de vários estudos e fez parte de várias Comissões de Serviço. É de sua autoria o diploma que reorganizou a fusão dos Serviços de Correios e Telégrafos, que constituíam antes dois organismos independentes (decreto de 07-07-1880). Foi encarregado de dirigir os trabalhos de estatística, e começou a publicar anualmente, acompanhados de quadros gráficos, interessantes estatísticas, as primeiras que sobre o assunto apareceram em Portugal.

Em 1881 foi nomeado Professor do Curso Prático de Correios e Telégrafos, regendo com louvor a respectiva cadeira até que o curso foi extinto.

Tomou parte, como Delegado Português, no 3º Congresso da União Postal Universal, que se reuniu em Lisboa, em 1885, em que apresentou trabalhos de grande valia acerca de Estatística Postal e de Vales de
Correio. Os Congressos que se seguiram, de Viena e de Washington, não lhe fizeram alteração.
Este trabalho, apreciado por Comissões de que era Presidente o Delegado da Rússia e Vice-Presidente o da França, valeu a Alfredo Pereira a Comenda da Ordem de Santa Ana, da Rússia, e a Cruz de
Cavaleiro da Legião de Honra, de França. Emídio Navarro, quando Ministro, promoveu-o, em 1886, a Inspector-Geral dos Correios e nomeou-o para fazer o Regulamento dos Correios.

Em 1891 foi-lhe concedida a Carta de Conselheiro em atenção ao seu brilhante desempenho do cargo de Inspector-Geral, e ainda ao modo como, sempre que o substituiu o Director-Geral dos Correios e Telégrafos, se houve no exercício dessas funções. Exerceu interinamente o lugar de Administrador-Geral, no impedimento do Dr. Guilhermino de Barros, tendo sido nomeado por morte deste, por decreto de 19-04-1900, Administrador-Geral efectivo. Por ocasião das festas da celebração dos 25 anos da União Postal Universal, em 1902, foi a Berna, representar o nosso País.

No Congresso realizado em Londres, em 1904, salientou-se pelos vastos conhecimentos sobre o assunto e recebeu dos membros daquela assembleia as maiores felicitações e foi muito distinguido por Eduardo VII. Em Maio e Junho de 1902 foram feitas várias experiências, com a assistência do Rei D. Carlos I, dos primeiros ensaios de T.S.F., entre uma embarcação e uma estação costeira, com os melhores resultados. É devido à sua persistência que em 11-04-1904 começou a ser explorada a primeira linha telefónica do Estado, entre o Porto e Lisboa, seguindo-se, mais tarde, outros circuitos. No Congresso reunido em Lisboa, em 1908, foi Presidente.

Alfredo Pereira, foi deputado, representando o Círculo de Penafiel. Foi também secretário, interino, do Ministério das Obras Públicas. Funcionário muito zeloso, cumpridor e conhecedor da sua profissão, conseguiu em pouco tempo conquistar a simpatia e respeito de todos os seus subordinados.

Trabalhador incansável, deve-se-lhe a regulamentação de alguns diplomas mais importantes que regeram muito tempo a vida dos CTT. Assim redigiu:
Regulamento dos Serviços de Encomendas Postais (decreto de 16-11-1899);
Envios de Jornais em Paquetes Para as Empresas Jornalísticas (decreto de 16-11-1899);
Bases Para a Reorganização dos Serviços dos Correios e Telégrafos (decreto de 27-05-1900);
Dispensa de Carimbos em Jornais (decreto de 13-07-1900);
Todos os Sistemas de Telegrafia Sem Fios Considerados como Monopólio do Estado (decreto de 23-05-1901);
Regulamento Para o Estabelecimento e Exploração das Indústrias Eléctricas (decreto de 23-05-1901);
Regulamento Para o Intercâmbio de Encomendas Entre o Continente e Moçambique e as Ilhas e Estrangeiro (decreto de 14-11-1901);
Organização dos Serviços dos Correios e Telégrafos e o Controlo das Indústrias Eléctricas (decreto de 30-12-1901);
Organização dos Serviços de Contabilidade dos Correios e Telégrafos (decreto de 30-12-1901); Regulamento para os Serviços dos Correios (decreto de 14-06-1902);
Regulamento do Ensino Profissional dos Empregados dos CTT (decreto de 28-06-1902);
Regulamento para Admissões e Promoções (decreto de 28-06-1902);
Regulamento para o Estabelecimento e Conservação das Linhas e Estações Telegráficas e Telefónicas do Estado (decreto de 28-06-1902);
Regulamento das Concessões de Licenças para Estabelecimento de Exploração de Linhas e de Estações Telegráficas e Telefónicas e de Postos Semafóricos a Cargo de Particulares (decreto de 28-06-1902);
Regulamento dos Serviços de Contabilidade de Receitas e Despesas (decreto de 28-06-1902);
Redução dos Horários de Trabalho e Instituição do Abono aos Domingos (decreto de 07-05-1903); etc.

Escreveu alguns trabalhos e colaborou em alguns jornais, especialmente no Jornal do Comércio, de Lisboa, onde versou temas sobre Correios, Finanças, Agricultura, etc.

Era condecorado com o Grau de Comendador de Santiago, Comendador da Ordem de Santa Ana, da Rússia, Cavaleiro e Comendador da ordem da Legião de Honra, da França, da Rússia, do Japão, do Luxemburgo e da Roménia, etc.

O seu nome faz parte da Toponímia de Penafiel.

Fonte. “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira (volume 21, pág. 112 e 113)”

enviado por Manuel Cabaço Lopes, colaborador Tótó honorário

13/07/11

“Planta Topográfica da Cidade de Coimbra – 1932/1934"

Sessão Técnica: “Planta Topográfica da Cidade de Coimbra – 1932/1934”
Coimbra, 15 de Julho de 2011
 
Local: Auditório da Sede Regional da OE em Coimbra
Hora: 18h 30m
Sessão: Planta Topográfica da Cidade de Coimbra – 1932/1934
Tema: Planta topográfica da cidade de Coimbra – 1932/1934 - Contributo para a história da cartografia obtida por fotografia aérea.
Oradores: Virgínia Manta, Paula França, José Alberto Gonçalves
 
Principais tópicos da Sessão:
 
- Aspectos históricos da produção da planta topográfica de Coimbra de 1934, a partir de fotografia área de 1932
- Características técnicas da planta topográfica
- Descrição do voo e da metodologia de restituição
- Apoio topográfico utilizado
- Utilização actual da cartografia e das fotos aéreas como elementos de informação geográfica
 
ORADORES:
Virgínia Clara Macedo Eloi Fernandes Manta:
·       Licenciatura e mestrado em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra;
·       Chefe de Divisão de Informação Geográfica e Solos, da Câmara Municipal de Coimbra;
·       Prémio Melhor Estágio 2010 de Admissão à Ordem dos Engenheiros, no âmbito do Colégio de Engenharia Geográfica.
Paula Cristina Viana França:
·       Licenciatura em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra;
·       Curso de especialização em Ciências Documentais em Arquivo, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra;
·       Responsável pelo Arquivo Histórico Municipal de Coimbra;
·       Sócia da Associação Portuguesa de Bibliotecários/Arquivistas/Documentalistas;
·       Autora e co-autora de vários artigos em publicações nacionais.
José Alberto Álvares Pereira Gonçalves:
·       Licenciatura em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto;
·       Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e doutoramento em Fotogrametria, pelo University College London;
·       Professor Auxiliar na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, sendo actualmente o coordenador do Mestrado em Engenharia Geográfica;
·       Membro da “American Society of Photogrammetry and Remote Sensing”;
·       Presentemente é membro Conselho de Admissão e Qualificação da Ordem dos Engenheiros;
·       Autor e co-autor de vários artigos em publicações nacionais e internacionais.
 
 
Organização: Conselho Regional de Colégio de Engenharia Geográfica
A inscrição é gratuita, mas obrigatória podendo ser efectuada até dia 13 de Julho através do e-mail: solange@centro.ordemdosengenheiros.pt


por Elisa Manuela Domingues Almeida (para grupo de EG)
Coordenadora do Colégio de Engenharia Geográfica da Ordem dos Engenheiros da Região Centro


 

morada da OE em Coimbra: Rua Antero de Quental, 107, Coimbra; ver Local

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06/07/11

Ruas com História - Raimundo dos Santos Natividade

Falar de Ruas com História é falar de Toponímia.
A Toponímia, em minha opinião, é muito mais do que uma “Placa” numa Artéria, tem algumas regras, muito simples, que de tão simples, quase nunca são cumpridas; mas não se pense que as “Normas Toponímicas” são uma panaceia para resolver todos os males, e são muitos, de que a Toponímia sofre, até porque, dos 308 Municípios existentes actualmente (provavelmente irão ser reduzidos), nem todos utilizam os mesmos métodos para a atribuição de nome a uma Artéria, e mesmo dentro do mesmo Município, por vezes são utilizados mais do que um critério, consoante se trate de zona rural ou urbana.
Para além da boa utilização das “Normas Toponímicas” existem, mais três coisas, que são fundamentais, a saber: “bom senso, bom senso e, ainda, bom senso”, quando estas regras forem utilizadas, a Toponímia fica mais rica (culturalmente) e mais eficaz, divulga-se Cultura e faz-se História.
Neste Mundo em que vivemos, mesmo depois de morto é preciso ter sorte, tenho falado e escrito muito sobre personalidades que figuram na Toponímia de um qualquer Município, hoje porém, quero falar de personalidades que, por muitas razões (ou por nenhuma razão) foram votadas, deliberadamente ou não, foram votados ao ostracismo.
É comum encontrar personalidades já desaparecidas, que tiveram desempenhos relevantes em grandes Empresas, como: Caminhos-de-Ferro (vulgo CP), Empresa de Tabacos, Alfândegas, etc., mas, por razões incompreensíveis, personalidades que trabalharam nos Correios de Portugal (CTT), pouco ou nada se sabe.
Os CTT, são de facto uma Empresa virada para o futuro, tecnologicamente evoluídos, mas qualquer estrutura sem alicerces fica com pouca consistência, os CTT esqueceram, desde há muito tempo a sua História, que é uma História rica, seja do ponto de vista empresarial seja do ponto de vista social.

Por isso, gostava de dar a conhecer hoje, uma personalidade típica que deu o melhor de si, no seu tempo aos CTT.
As linhas que se seguem são dedicadas a Raimundo dos Santos Natividade, dedicado Funcionário dos CTT.
Raimundo dos Santos Natividade, nasceu em Leiria, em 1838, e faleceu no Porto, em 1890. Durante muitos anos foi um dos mais prestimosos funcionários dos Correios, tendo a seu cargo a condução de malas (mala-posta) entre o Porto e Coimbra.
Possuía um carácter íntegro, de uma honestidade inconcussa, pundonoroso e cavalheiresco, merecendo a absoluta confiança dos seus superiores, a estima dos seus camaradas e a consideração dos comerciantes e capitalistas portuenses, que confiavam à sua guarda avultados valores. Habitualmente comentava: “se um dia aparecer morto, acreditem que me roubaram, mas se me virem roubado e com saúde podem assegurar que o ladrão sou eu”.
De uma coragem inaudita venceu sempre os maiores perigos, enfrentando os bandoleiros das famigeradas quadrilhas do João Brandão, Zé do Telhado, Guedelhas e Zé Pequeno que infestavam nesse tempo as estradas onde passava a mala-posta.
Todos estes malfeitores tinham-lhe respeito e até admiração pelas suas excelsas qualidades de destreza e audácia. Uma vez foi escolhido para levantar importantes documentos do Marechal Saldanha, Primeiro-Ministro da Rainha D. Maria II, que acidentalmente se encontrava no Porto, para o banqueiro Lisbonense Francisco Chamiço. Partiu daquela cidade a cavalo já depois do meio-dia, chegando ao Terreiro do Paço (Lisboa) pelas 7 e 30 do dia seguinte. Saldanha quis gratificá-lo por essa empresa com dez libras de ouro, gratificação, que ele preferiu que fosse substituída por uma espada do Marechal, o que sucedeu.
Mais tarde abandonou os CTT e montou uma alquilaria, (casa ou lugar onde se alugam bestas), que instalou nas proximidades da “Porta do Olival” antes de se fixar na sua casa da Rua Formosa. Também mandou construir uma praça de touros no antigo Largo da Aguardente (actual Praça Marquês de Pombal), onde passaram os toureiros equestres e de pé mais célebres daquele tempo. Chamavam-lhe o alquilador-aristocrata. Raimundo dos Santos Natividade foi, também, um óptimo cavaleiro tauromáquico.
Fonte. “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira”

enviado por Manuel Cabaço Lopes, colaborador Tótó honorário

04/07/11

Bandeira de Portugal

- Onde moras?
- Em Portugal, planeta Terra. - disse o menino muito satisfeito com a sabedoria dos seus 4 anos.

Antes de qualquer topónimo, eleve-se o nome de Portugal e hastei-se a sua bandeira.

Curiosidade: A bandeira de Portugal, no modelo actual, fez na semana passada 100 anos.


Bandeira de Portugal desenhada por XicMix